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Aids
A aids é a sigla em inglês da Síndrome da Imunodeficiência Adquirida. É causada pelo HIV, vírus que ataca as células de defesa do nosso corpo. Com o sistema imunológico comprometido, o organismo fica mais vulnerável a diversas doenças, um simples resfriado ou infecções mais graves como tuberculose e câncer.
Mas, atenção! A AIDS é o estágio mais avançado da infecção pelo HIV. Uma pessoa pode passar muitos anos com o vírus sem apresentar sintoma algum. A duração desse período depende da saúde e dos cuidados do soropositivo com o corpo e alimentação.
Quanta mais cedo a infecção for descoberta, melhor. Portanto, faça o teste sempre que se expuser ao HIV.
Há alguns anos, receber o diagnóstico de AIDS era quase uma sentença de morte. Atualmente, porém, a AIDS pode ser considerada uma doença de perfil crônico. Isto significa que é uma doença que não tem cura, mas tem tratamento e uma pessoa infectada pelo HIV pode viver com o vírus por um longo período, sem apresentar nenhum sintoma ou sinal.
Isso tem sido possível graças aos avanços tecnológicos e às pesquisas, que
propiciam o desenvolvimento de medicamentos cada vez mais eficazes. Deve-se,
também, à experiência obtida ao longo dos anos por profissionais de saúde.
Todos esses
fatores possibilitam aos portadores do vírus uma sobrevida
cada vez maior e de melhor qualidade.
Sintomas
A AIDS não se manifesta da mesma forma em todas as pessoas. Mas os sintomas
iniciais geralmente são semelhantes e comuns a outras doenças. Os mais
frequentes são gripe persistente, perda de peso, diminuição da força física,
febre intermitente (a pessoa fica febril e melhora, e febril novamente com
muita frequência), dores musculares, suores noturnos, diarreia.
Como muitas pessoas passam anos sem apresentar sintoma algum, faça o teste sempre que passar por uma situação de risco. O indicado é esperar, pelo menos, um mês após essa possível exposição ao vírus. Esse é o tempo que o organismo leva para produzir anticorpos suficientes que possam ser detectados nos testes de laboratório.
Formas de contágio
Prevenção: o uso da camisinha
Diversos estudos confirmam a eficiência do preservativo na prevenção da AIDS
e de outras doenças sexualmente transmissíveis. Em um estudo realizado recentemente
na Universidade de Wisconsin (EUA), demonstrou-se que o correto e sistemático uso
de preservativos em todas as relações sexuais apresenta uma eficácia estimada em
90-95% na prevenção da transmissão do HIV. Os autores desse estudo sugerem uma
relação linear entre a freqüência do uso de preservativos e a redução do risco
de transmissão, ou seja, quanto mais se usa a camisinha, menor é o risco de
contrair o HIV.

